Intercâmbio: o que é, como fazer e por que é importante? - WEST 1
Guia de Planejamento IntercâmbioPowered by Rock Convert

A cada dia que passa aumenta o número de brasileiros interessados em fazer intercâmbio. E é cada vez maior também o número de pessoas que coloca em prática a ideia de estudar, morar e trabalhar em um outro país.

Uma pesquisa divulgada em 2018 pelo selo Belta, da Associação Brasileira de Agências de Intercâmbio, aponta que o mercado brasileiro de educação estrangeira cresceu 23% em 2017 e alcançou a marca inédita de 302 mil estudantes matriculados para estudar no exterior.

Mas por que será que o número de brasileiros que optam por estudar em um outro país tem crescido tanto?

Os benefícios de estudar fora do Brasil são inúmeros: aprendizado de uma nova língua, qualificação acadêmica e profissional, desenvolvimento pessoal, experiência de vida e vários outros aspectos como conhecer novos lugares, novas culturas e fazer amigos para vida inteira.

Com todas essas vantagens, há um consenso de que o intercâmbio é benéfico para quem faz. Mas como são muitas as opções de programas e destinos de intercâmbio, e muitas informações circulando por aí, o que pode te confundir na hora de pesquisar, a gente resolveu fazer um guia pra facilitar a sua vida e o seu planejamento pra fazer um intercâmbio em 2019.

Se você continuar lendo esse post, vai saber todos os detalhes para realizar essa experiência incrível ainda este ano.

O que é intercâmbio?

O significado de intercâmbio no dicionário é:

1. Troca, permuta.
2. Relações de comércio, ou culturais, entre nações.

Quando a gente fala em educação, o intercâmbio na sua origem é uma troca entre estudantes de países diferentes. Um estudante brasileiro vai para outro país passar um período estudando e fica hospedado na casa de um estudante de lá, que por sua vez vem para o Brasil estudar por um período aqui e se hospeda na casa do estudante brasileiro.

Mas hoje em dia não existe mais um modelo único de intercâmbio. Não é mais necessário que seja feita essa troca entre estudantes, e além disso os destinos e tipos de programas de estudos em outros países estão cada vez mais diversos. Então vamos conhecer alguns desses programas de intercâmbio disponíveis para brasileiros no exterior.

Intercâmbio de estudos: o que você precisa saber?

São vários os programas de estudos oferecidos a estudantes internacionais nos diversos destinos. Confira algumas opções:

High School

Um programa para quem já está cursando o Ensino Médio ou vai começar a cursar em breve. Esse jovem pode viver a experiência de estudar durante um ano letivo em um colégio num outro país. Dependendo do país escolhido, é possível estudar em uma instituição pública ou privada. E esse pode ser o passo inicial para um estudante que quer frequentar uma universidade no exterior.

Intercâmbio de curta duração

Alguns países oferecem a possibilidade de o estudante ficar por um período curto estudando no destino. Bom para quem quer aproveitar as férias escolares ou do trabalho no Brasil para se dedicar ao aprendizado de uma língua ou até mesmo aprimorar a língua numa determinada área de atuação. Nesse caso, dependendo do país e do período que a pessoa for passar lá, não é necessário requerer o visto de estudos. Um processo bem mais simples para uma jornada que pode ser curta mas que com certeza vai ser inesquecível e de muito aprendizado.

Intercâmbio no visto de turista

Se o intercâmbio for de curta duração, dependendo do país de destino, não é preciso tirar um visto de estudos. Alguns países permitem que com visto de turismo a pessoa estude lá por um período limitado que varia de país para país, podendo chegar a até seis meses de curso, como é o caso do Canadá, por exemplo.

Intercâmbio de estudos sem direito a trabalho

No caso de cursos de curta duração, em que o estudante entra no país com visto de turista, não é permitido que esse estudante trabalhe. Mesmo se for num país em que se permite que um estudante internacional trabalhe. Porque há um prazo mínimo de estudo exigido que possibilita ao estudante trabalhar nesses países (na Austrália são 16 semanas, e na Irlanda são 25 semanas, por exemplo).

Mas essa escolha por um intercâmbio curto pode ser uma boa opção para quem tem pouco tempo disponível e quer se dedicar exclusivamente aos estudos. Quem não trabalha durante o intercâmbio pode fazer uma espécie de intensivo e estudar além do horário da aula, o que possibilita um aprendizado ainda mais rápido.

 

E o Intercâmbio de trabalho, como funciona?

Para quem tem mais interesse em trabalhar do que estudar no exterior, há alguns programas específicos de trabalho em diferentes áreas de atuação. Vamos às opções:

Programas de estágio

Para quem busca um aperfeiçoamento profissional no exterior e quer incrementar o currículo com uma experiência de trabalho em outro país, essa é uma ótima opção.

O maior público desse tipo de programa são universitários e recém-formados que querem se especializar em uma determinada área. Um estágio no exterior pode abrir portas para o jovem profissional conseguir uma vaga de trabalho em uma grande empresa, incluindo multinacionais. Há estágios em áreas como Administração, Negócios e Marketing, entre outras.

Au Pair

Esse é um programa bem interessante para mulheres na faixa dos 18 aos 26 anos que gostam de crianças, querem ter um trabalho remunerado em um outro país e de quebra serem acolhidas por uma família durante o intercâmbio.

O programa geralmente tem duração de um ano e é a oportunidade perfeita para quem quer morar com uma família local, vivenciar a rotina e aprender sobre os hábitos e a cultura do país, além de desenvolver a língua.

Uma Au Pair é responsável por cuidar das crianças da casa. As tarefas são variadas: preparar e oferecer as refeições, levar e buscar na escola (por isso é importante ter carteira de motorista internacional), ajudar na tarefa de casa, dar banho, colocar pra dormir e brincar com os pequenos.

Mas há um horário de trabalho definido e férias remuneradas. Existe a possibilidade de fazer um curso durante o programa de Au Pair, o que possibilita ainda mais o desenvolvimento de quem parte para essa jornada.

Voluntariado

Se você quer conhecer uma nova cultura, desenvolver o aprendizado de uma língua e ao mesmo tempo trabalhar com algo que vai fazer toda a diferença no local que você escolheu como destino, o trabalho voluntário no exterior é o melhor programa de intercâmbio pra você.

Há tipos de trabalho voluntário em áreas distintas como projetos sociais voltados para crianças e adolescentes, comunidades carentes, cuidados com os animais e o meio ambiente, por exemplo. Também é possível fazer um curso de idioma dentro desse programa de intercâmbio que transfoma a sua vida e a de outras pessoas também.

E sobre o Intercâmbio de estudo e trabalho?

Se a sua intenção é estudar e trabalhar no exterior para ter acesso ao mercado de trabalho local e receber um salário que ajude a custear as despesas que você vai ter no país, esse é o programa que você procura.

Alguns países oferecem a permissão de trabalho para estudantes internacionais. Para ter a permissão de trabalho, é preciso que o estudante faça um curso com um período mínimo determinado, que varia de um país para o outro, e que siga algumas regras estipuladas pelo departamento de imigração do país.

Geralmente o estudante pode trabalhar por um período limitado de horas que pode ser de 20 por semana ou 40 por quinzena (nesse caso com a flexibilidade de mais horas de trabalho numa semana e menos na outra, mas sem ultrapassar o limite de 40 horas para cada duas semanas).

Além de ser uma fonte de renda que pode fazer toda a diferença no orçamento do estudante, possibilitando explorar um pouco mais o país através de pequenas viagens, o trabalho é um ótimo meio de desenvolver a língua.

Como funciona um programa de intercâmbio?

Antes de fazer um intercâmbio é preciso um planejamento detalhado e para isso é necessário se informar sobre as possibilidades disponíveis e fazer escolhas relacionadas ao destino (país, cidade), tipo de visto, escola, curso, duração, acomodação, entre outros.

Mas em primeiro lugar é importante deixar claro que saber a língua antes de embarcar não é essencial. Afinal de contas, o principal objetivo do intercâmbio de grande parte dos estudantes, é justamente aprender a língua. E quando se vai para um país onde a língua é falada e escrita por toda parte, é bem mais fácil e rápido o aprendizado.

Depois da decisão tomada de fazer o intercâmbio, começam as escolhas. E todas elas devem ser baseadas no seu perfil e objetivos. A começar pelo país, já que cada destino tem suas peculiaridades culturais, climáticas, geográficas, econômicas, políticas, e por aí vai. Cada país também oferece diferentes condições de visto e isso deve ser analisado com atenção.

Escolhido o país, começa o planejamento. Se o objetivo principal é fazer um curso específico em uma determinada instituição, a cidade já está escolhida pois é onde se localiza a escola ou universidade. Se o curso a ser feito é oferecido em diversas instituições pelo país, a escolha da cidade pode ser feita antes e mais uma vez é importante se basear no seu perfil e no estilo de vida que você busca.

Como fazer as principais escolhas?

Para a escolha da instituição de ensino, vale lembrar que há escolas com diferentes níveis de qualidade, e que além do ensino há variações nas instalações, material escolar, aulas extras, atividades internas e externas.

Os cursos oferecidos para estudantes internacionais nos países que são os destinos mais populares de intercâmbio, vão desde os cursos de línguas (do básico ao avançado, a língua aplicada a algumas áreas específicas, como negócios por exemplo, e os preparatórios para exames de proficiência) a cursos técnicos, profissionalizantes e de ensino superior nas mais diversas áreas.

Para quem opta por contratar uma acomodação para o início do intercâmbio, ou mesmo para um período mais longo, há algumas opções de moradia.

  • A homestay (casa de família) é uma boa pedida para quem quer ser acolhido por uma família local, fazer parte da rotina da casa e conviver com a língua 24 horas por dia, além de ter algumas das refeições com a família, fazer passeios e outras atividades.
  • A share accommodation (residência estudantil) é voltada para aqueles estudantes que preferem ter uma certa independência mas conviver numa casa com outros estudantes. Geralmente os quartos podem ser compartilhados ou individuais e as partes comuns da casa são onde os moradores vão interagir.
  • O hostel (albergue) é bom pra quem gosta de conhecer pessoas de diferentes lugares, fazer amizades e não se importa em estar num lugar movimentado, já que como se trata de uma hospedagem de curta e média duração. Geralmente quem fica em hostel compartilha quarto com várias pessoas mas também há opções de quartos individuais e para casais em alguns desses estabelecimentos.

Sobre a experiência do intercâmbio, vale ressaltar que algo que o estudante tem que ter em mente é que é necessário passar por uma adaptação no novo país. Com relação à cultura e aos costumes, mas também às leis, que podem ser diferentes das do Brasil. Mas isso é positivo no sentido de vivermos algo completamente novo e que nos faz abrir a cabeça em vários aspectos.

E quando você se vê adaptado à nova rotina no novo país, pode ser que chegue a hora de ir embora e você não queira. Alguns destinos possibilitam que você renove seu visto de estudos e passe mais um tempo por lá. Assim você pode dar continuidade a essa jornada tão enriquecedora e aproveitar ainda mais a sua experiência de intercâmbio.

 

Ebook Planejamento Intercâmbio


Como fazer um intercâmbio?

Cada destino de intercâmbio tem suas regras e exigências para receber estudantes internacionais e por isso o passo a passo para fazer o intercâmbio varia de um lugar para o outro. Mas algumas etapas dos preparativos para essa jornada são comuns a qualquer destino e abaixo nós listamos algumas delas.

Para quem nunca fez intercâmbio ou não tem muito conhecimento sobre o destino, instituições de ensino e as regras vigentes no local, passar por uma consultoria pode fazer toda a diferença na hora de agilizar o processo e fazer as escolhas certas conforme seu perfil e objetivos.

Por isso é importante escolher uma agência de intercâmbio que desenvolva um trabalho sério e seja reconhecida no mercado. Tradição e boas referências contam bastante.

Se você conhece alguém que já passou pela experiência do intercâmbio, ainda mais se foi no mesmo destino para o qual você vai, essa pessoa pode ser uma ótima fonte de informações e dicas pra você. Como a grande maioria dos consultores WEST 1 já fez intercâmbio, durante o atendimento eles podem compartilhar detalhes bem interessantes da própria experiência com você.

Também é possível encontrar informações valiosas online. São muitos os blogs e canais no YouTube que tratam de intercâmbio.

E a WEST 1 oferece os dois meios para você ficar ainda mais por dentro dos destinos e temas relacionados a estudar, morar e trabalhar no exterior. Aqui no blog do intercâmbio você tem acesso a novos posts toda semana, com linguagem dinâmica e muito informativos.

E no nosso canal no YouTube, WEST 1 TV, também toda semana tem vídeo inédito com assuntos gerais de interesse dos futuros intercambistas.

Quanto ao passo a passo para o intercâmbio, seja pra onde você for, as principais escolhas e etapas são:

  • definir o país e a cidade;
  • escolher o curso e a instituição de ensino;
  • preparar toda a documentação exigida para dar entrada no visto, ou, em países onde não é exigido um visto, preparar os documentos a serem apresentados na entrada no país;
  • reservar as passagens aéreas, e, caso seja uma exigência do país, fazer exame médico;
  • contratar o seguro saúde (ou seguro viagem opcional);
  • reservar uma acomodação, caso você queira.

Mas se você quer saber alguns detalhes importantes dos destinos mais populares que a WEST 1 oferece para planejar o seu intercâmbio da melhor forma, a gente vai destacar abaixo alguns aspectos importantes desses países.

Como fazer Intercâmbio na Austrália?

A Austrália é um dos países mais multiculturais do mundo. Todos os anos, milhares de pessoas de outros países se tornam cidadãos australianos. E mesmo os australianos nascidos no país são descendentes de pessoas de diversas nacionalidades.

Como lá eles recebem estudantes internacionais de todas as partes do mundo, é fácil se sentir em casa no país. Fazer intercâmbio na Austrália é uma experiência inesquecível.

Além disso, a Austrália se destaca pela qualidade de vida, com algumas das principais cidades figurando na lista das 10 melhores do mundo pra se viver, belas paisagens constituídas por praias, parques, montanhas e muito mais. E por ter um clima bem parecido com o do Brasil, o país atrai muitos intercambistas brasileiros.

Para entrar na Austrália como turista ou estudante é necessário ter visto. Quem vai para o país estudar até 12 semanas pode entrar com visto de turista, mas não tem permissão de trabalho. Para estudar 14 semanas ou mais e ter direito a trabalhar, é necessário ter o visto de estudos.

O prazo ideal para dar entrada no visto de estudos para a Austrália é de quatro a dois meses antes da data de embarque, não menos do que isso, para que não haja atrasos, já que o tempo médio de processamento para solicitação de vistos indicado pelo departamento de imigração da Austrália é de 40 dias mas pode variar conforme a demanda.

São necessários alguns documentos para o requerimento do visto de estudos para a Austrália:

  • documentos que comprovem seu histórico acadêmico e profissional;
  • carta de intenção explicando por que você quer estudar na Austrália e qual a importância do curso pra sua carreira;
  • comprovação financeira para provar que você ou a pessoa que vai ser seu suporte financeiro tem em conta de liquidez imediata o valor necessário para você se manter no país durante todo o período do seu visto;
  • comprovante de matrícula da escola (COE);
  • seguro governamental obrigatório (OSHC).

Como fazer Intercâmbio no Canadá?

Com essência multicultural e muito receptivo a imigrantes, há treze anos o Canadá está em primeiro lugar no ranking de países preferidos pelos brasileiros para o intercâmbio. O dado é da Pesquisa Selo Belta 2018 com informações sobre o mercado de intercâmbio em 2017.

Mas o que tanto atrai os brasileiros a escolher o Canadá como destino do intercâmbio? Além da proximidade com o Brasil, por estar no mesmo continente e da pequena diferença de fuso horário, o Canadá se destaca pela qualidade de vida e segurança, fatores que os brasileiros levam muito em conta na hora de escolher onde fazer intercâmbio.

Além disso, o Canadá é um país que investe muito em educação, tem renomadas instituições de ensino e possibilita ao estudante se desenvolver em mais de uma língua, já que na província de Quebec são falados inglês e francês. O intercâmbio no Canadá é tão procurado.

O intercambista brasileiro precisa de visto para entrar no Canadá, dentro das seguintes possibilidades.

O mais simples, mais barato e preferido por quem quer estudar até seis meses no país é o eTA – Electronic Travel Authorization, uma autorização de viagem eletrônica que é solicitada online, custa apenas 7 dólares canadenses e fica pronta muito rápido.

Mas é preciso que o estudante já tenha obtido um visto canadense nos últimos dez anos ou tenha um visto de turista válido para os Estados Unidos. Também é exigido que o estudante entre no país por via aérea e fique no máximo seis meses.

Quem não possui esses pré-requisitos precisa requerer um visto de turismo para o Canadá, se for fazer um curso de até seis meses no país, ou o visto de estudos caso a intenção seja estudar e morar por mais de seis meses lá. Para dar entrada nesses vistos é necessário apresentar alguns documentos.

Para dar entrada no visto de turismo é necessário apresentar o passaporte, a carta de confirmação de matrícula da escola, comprovação de vínculo com o Brasil (acadêmico através de comprovante de matrícula ou profissional através de carteira de trabalho ou contracheque) e comprovação financeira de 1.200 a 1.500 dólares canadenses por mês de visto.

Para o visto de estudos, além da mesma documentação do visto de turismo, também é necessária a carta de intenção, na qual o estudante explica o motivo de querer estudar no Canadá. E caso seja solicitado pela embaixada, é necessário fazer exames médicos com um médico credenciado no consulado.

Como fazer Intercâmbio na Irlanda?

A Irlanda é um país encantador, de povo amigável, acolhedor e belas paisagens naturais. Não por acaso é conhecido como Ilha Esmeralda. A vasta e rica vegetação está por toda parte do país.

E apesar do clima frio e chuvoso que predomina por lá na maior parte do ano, a forma calorosa como os irlandeses recebem os estrangeiros que vão passear, estudar e trabalhar no país deles, compensa as baixas temperaturas e o céu acinzentado.

Por essas características, pelo fato de os estudantes estrangeiros poderem trabalhar no país e por estar localizada na Europa, o que facilita que os estudantes viagem para vários outros países pagando barato, a Irlanda é um destino muito procurado pelos brasileiros que querem fazer intercâmbio.

Para entrar na Irlanda não é necessário requerer um visto antes de chegar no país. Quando o visitante chega à Imigração, no aeroporto, é concedido a ele um visto de permanência máxima de 90 dias no país.

Se o intercambista vai para o país estudar até 3 meses, esse visto concedido na chegada já é suficiente.

Para isso é preciso mostrar a passagem de volta dentro desse prazo de 90 dias, seguro saúde, comprovante de alojamento ou carta-convite e um determinado montante em dinheiro ou cartão correspondente ao tempo de estadia no país.

Mas esse visto não dá permissão de trabalho ao estudante. Apenas estudantes matriculados em cursos de no mínimo 25 semanas terão a permissão de trabalhar no país no período do intercâmbio.

Nesse caso, o visto recebido na chegada ao país é temporário e o estudante tem até um mês para providenciar e apresentar a documentação necessária para dar entrada no Stamp 2, visto de estudante com permissão de trabalho na Irlanda.

Os documentos exigidos para esse visto são:

  • a carta da escola, o curso deve ter carga horária mínima de 15 horas de aula por semana;
  • comprovante de pagamento do curso;
  • seguro governamental ou seguro médico privado de empresa estabelecida na Irlanda;
  • 3.000 euros comprovados em extrato de uma conta em um banco irlandês;
  • comprovação de endereço;
  • prova de que a escola possui o Learner Protection (um seguro que garante a prestação do serviço ou o reembolso ao estudante);
  • valor de 300 euros pelo registro do Irish Residence Permit (IRP).

Com essa documentação em mãos o estudante deve agendar um horário online, ir à imigração e solicitar o visto de 8 meses. Em seguida é só pegar o cartão de registro que é o IRP e usufruir do direito de estudar e trabalhar no país.

É permitido ao estudante trabalhar 20 horas semanais durante o período de aula e até 40 horas semanais nos meses de junho a setembro e de 15 de dezembro a 15 de janeiro.

Como fazer intercâmbio na Nova Zelândia

A Nova Zelândia oferece paisagens incríveis e qualidade de vida excepcional. Com destaque para segurança, infraestrutura, saúde, transporte público e educação, é também um país com boas possibilidades de imigração para pessoas qualificadas nas áreas que tem demanda por lá.

Além disso, a Nova Zelândia é o lugar perfeito para os amantes dos esportes radicais. Berço do Bungee Jump e repleto de montanhas onde é possível esquiar na neve e praticar snowboarding, o país ainda tem cavernas, praias, rios e lagos que formam verdadeiros cartões-postais. Por isso, o intercâmbio no país oferece uma experiência inesquecível.

Quem vai como turista para passear ou estudar por até três meses na Nova Zelândia, não precisa tirar visto antes de embarcar para o país. O visto de turismo é concedido na chegada, quando você passa pela imigração, no aeroporto.

Os documentos a serem apresentados no momento da chegada ao país são:

  • a carta de confirmação de matrícula da escola (caso você vá estudar);
  • recibo de pagamento da escola e comprovação financeira de 1.000 dólares neozelandeses por mês, caso a acomodação ainda não esteja paga, ou 400 dólares neozelandeses por mês, caso a acomodação já tenha sido paga (nesse caso é necessário apresentar evidência de acomodação pré-paga).

No visto de turismo não é permitido ao estudante trabalhar no país.

As Hobbit Houses que foram criadas como um cenário para o filme O “Senhor dos Anéis” e hoje são uma importante atração turística de da pequena e pacata cidade de Matamata na Nova Zelândia.

Para quem vai estudar 14 semanas ou mais na Nova Zelândia, é necessário tirar o visto de estudos ainda no Brasil, antes de embarcar para o país. Se a escola em que você se matricular for de categoria 1, você recebe a permissão de trabalhar no país por até 20 horas por semana durante as suas aulas, e 40 horas por semana nas suas férias escolares.

Para dar entrada nesse visto é preciso apresentar a documentação exigida pelo departamento de imigração, de preferência com 60 a 90 dias de antecedência, já que a embaixada não estipula prazos exatos para análise do visto.

Nessa documentação devem ser incluídos, além da carta de confirmação da escola, recibo de pagamento e comprovação financeira nos mesmos valores que no visto de turismo, a documentação acadêmica, profissional e comprovação de vínculo com o Brasil, além de um seguro saúde ou seguro viagem para todo o período de visto.

Mas, afinal, quanto custa um intercâmbio?

O custo de um intercâmbio pode variar bastante de acordo com as escolhas feitas pelo estudante relacionadas ao país, à cidade, à escola, ao curso, à duração do programa, passagens aéreas, acomodação, contratação de seguro viagem, moeda local, câmbio vigente e vários outros fatores.

É importante destacar que dependendo do destino pode haver a exigência de que o estudante faça exames médicos no país de origem e que pague um seguro governamental obrigatório (caso da Austrália, por exemplo).

Se a gente for analisar qual é o custo mais alto entre todos os que o estudante vai ter num programa de intercâmbio, o curso geralmente é o que mais pesa no orçamento. A boa notícia é que seja em que destino for, existem escolas das mais diversas faixas de preços. A duração do curso também é um fator determinante no valor final que se paga pelo curso.

Passagens aéreas também tem uma grande variação de preço dependendo da companhia e da época do ano em que se vai viajar. Quem quer economizar deve tentar começar e terminar o intercâmbio em períodos de baixa temporada, já que na alta temporada as passagens são sempre mais caras.

Vale lembrar que a baixa e a alta temporada variam de um país para o outro porque tem relação com as estações do ano, o clima e as férias escolares.

O tipo de acomodação escolhido e o período de contrato da acomodação também interferem no valor total do custo do intercâmbio.

Casas de família geralmente são mais caras que residências estudantis, assim como é mais caro pagar por um quarto individual do que por um quarto compartilhado. Geralmente os estudantes contratam uma dessas acomodações para o primeiro mês no destino e depois optam por opções mais baratas que podem ser encontradas a partir de anúncios nas redes sociais, por exemplo.

Outro valor a ser incluído nos gastos totais do intercâmbio é a taxa administrativa cobrada pela agência, relativa aos custos operacionais, bancários, remessas de documentos para o exterior e impostos.

E tem ainda o seguro viagem que é diferente do seguro governamental obrigatório exigido por alguns países. O seguro viagem pode ou não ser contratado pelo estudante, é oferecido por várias companhias e por isso tem valores diversos, e pode cobrir consultas, exames e emergências médicas, assim como perda de documentos, extravio de bagagem e outros.

Esses são os principais custos que o estudante deve levar em conta na hora de planejar os gastos que vai ter para fechar o intercâmbio e no vídeo abaixo expliamos cada um deles de forma mais detalhada.

Se você quiser saber mais especificamente dos custos de um dos destinos abordados nesse post, como eles tem valores variáveis, para que você tenha uma ideia desses custos, desenvolvemos junto com nossos especialistas  uma série de ebooks que explicam especificamente os custos envolvidos no intercâmbio em cada um dos destinos.

Para acessar os ebooks gratuitamente, é só acessar os links abaixo:

Guia de Custos do intercâmbio na Austrália
Guia de Custos do intercâmbio no Canadá
Guia de Custos do intercâmbio na Irlanda
Guia de Custos do intercâmbio na Nova Zelândia

O intercâmbio é feito de escolhas

Assim como a vida, o intercâmbio também é feito de escolhas. E são essas escolhas que vão determinar o valor que você vai pagar para ter essa experiência de estudar, morar, e dependendo do destino, trabalhar em um outro país.

É importante ter em mente que para qualquer programa de intercâmbio ser bem sucedido o estudante deve ter clareza nos seus objetivos e fazer um bom planejamento para alcançá-los. Contar com a consultoria dos profissionais de uma agência especialista em intercâmbio pode ser determinante para o seu sucesso nessa jornada.

Para receber um atendimento personalizado e planejar o intercâmbio do seu jeito com todo o suporte da WEST 1, é só entrar em contato com as nossas agências. Vai ser um prazer dar início ao planejamento do seu intercâmbio para você morar fora em 2019.

Contato Agências Intercâmbio WEST 1

 

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Comments (2)

  1. […] que você decide fazer um intercâmbio para a Austrália surge a dúvida: E agora. Quais são os próximos passos? De fato recebo centenas de emails todas […]

  2. […] entre um Intercâmbio no Canadá ou na Austrália é a dúvida de muitos estudantes brasilieros, principlamente por que […]

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